A lua que ilumina a mata
Tão brilhante
como um sol
Mas, não é
d’oiro; é de prata
Seu brilho cobre
como lençol
Toda a selva que
já descansa
Mas, vem a manhã
tão mansa...
E o astro rei já
começa a reinar
É terminado o
reinado da treva
Nova jornada que
vai começar
O orvalho, agora
molha a relva
É o dia
novo que, lento, avança
Mas, vívido,
qual uma criança!
MMXI