Queria celebrar est’amor
Tão belo, sempre tão voraz
Que queima com seu ardor
Faz desejar mais e mais
Provando o espinho e a flor
Navio sem parada, sem cais
Sentindo o prazer e toda dor
Perdendo o sossego, a paz!
Vivendo esta contradição
Motivo da humana paixão!
2009
Nenhum comentário:
Postar um comentário