Nada pior que amar sozinho
Ter que carregar
este fardo
Não ter a volta
dum carinho
Pisar descalço
em tanto cardo
Ver a sua força
se apagando
Enquanto se
perde vitalidade
Os dias, meses,
vão passando
E nada dessa tal
felicidade!
Vive-se ao
relento, sem abrigo
Exposto a toda
sorte de perigo
2009
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